Dos 50 senadores que votaram sim à “pseudo reforma trabalhista”, 34 deixam o cargo em janeiro de 2019 e, portanto, devem se recandidatar nas eleições do ano que vem.
Guardem bem os nomes de quem está contra os trabalhadores e lembrem-se bem deles na hora de escolher o seu candidato em 2018.

Não votem em:
Aécio Neves (PSDB-MG), Airton Sandoval (PMDB-SP), Ana Amélia (PP-RS), Armando Monteiro(PTB-PE), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Benedito de Lira(PP-AL), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), Ciro Nogueira (PP-PI), Cidinho Santos (PP-MT), Cristovam Buarque (PPS-DF), Dalirio Beber (PSDB-SC), Edison Lobão (PMDB-MA), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Ivo Cassol (PP-RO), Jader Barbalho (PMDB-PA), João Alberto Souza (PMDB-MA), José Agripino (DEM-RN), José Medeiros (PSD-MT), Magno Malta (PR-ES), Marta Suplicy (PMDB-SP), Paulo Bauer (PSDB-SC), Pedro Chaves (PSC-MS), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Romero Jucá (PMDB-RR), Raimundo Lira (PMDB-PB), Roberto Muniz (PP-BA), Valdir Raupp (PMDB-RO), Vicentinho Alves (PR-TO), Waldemir Moka (PMDB-MS),Wilder Morais (PP-GO), Zezé Perrella(PMDB-MG). E ainda em Lúcia Vânia (abstenção).

Prioridade do governo, mas não da população, o PL da reforma trabalhista foi aprovado pelo plenário do Senado na semana passada, com 50 votos favoráveis, 26 contra e uma abstenção.

Mas os movimentos sindicais, sociais e populares estão firmes na luta e dizem que não vão desistir. A meta agora é a revogação da lei.

A base do PSDB e do PMDB votou majoritariamente a favor da reforma, com exceção do tucano Eduardo Amorim e dos peemedebistas Roberto Requião, Eduardo Braga, Kátia Abreu e Renan Calheiros.
Entre os senadores que votaram contra a proposta, estão principalmente integrantes do PT e dos partidos progressistas.

A reforma flexibiliza a jornada, regulamenta contratos de trabalho parciais, intermitentes e temporários e limita a atuação da Justiça do Trabalho e seu acesso pelos trabalhadores.

VEJAM QUEM SÃO OS 50 SENADORES QUE VOTARAM CONTRA OS TRABALHADORES: