Nesta quarta-feira, 15 de maio, Dia Nacional de Greve na Educação, os bancários se uniram em apoio à luta dos trabalhadores da educação.

Os Sindicatos filiados à Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais – Fetrafi-MG, se manifestaram em várias cidades do Estado.

Em Belo Horizonte, cerca de 150 mil pessoas foram às ruas para uma manifestação por uma educação pública de qualidade e contra os cortes nas verbas das universidades.

O protesto aconteceu em todo o Brasil e foi a primeira grande mobilização contra os desmandos do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

A paralisação unificou em todos os níveis os ensinos municipal, estadual e federal, Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), demais centrais, movimentos sindicais, sociais e populares.

Helberth Souza, Diretor de Comunicação da Fetrafi-MG, disse que “Bolsonaro mexeu com um vespeiro”. “Hoje foi um dia muito importante, em que demonstramos nossa capacidade de reação. Vamos impedir o retrocesso com uma grande Greve Geral. A classe média tem que se unir nas lutas senão vai sentir o que Bolsonaro pretende trazer ao país: o retrocesso. Ele não se contentou em atacar os aposentados, os trabalhadores, mas agora visa a educação. Não podemos abrir mão do que do avanço que construímos. O Bolsonaro quer acabar com os avanços da educação. Se não lutarmos, se não continuarmos unidos e nas ruas, tende a piorar ainda mais. O Paulo Guedes (ministro da Economia) já falou em acabar com a isenção das despesas com a educação privada no Imposto de Renda.”

Os atos foram um esquenta para Greve Geral de 14 de junho.


Ipatinga


Belo Horizonte


Juiz de Fora


Teófilo Otoni


Teófilo Otoni