O dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, líder quilombola, ao lado de sua companheira Dandara, foi escolhido para ser o Dia Nacional da Consciência Negra, um dia de luta e resistência contra qualquer tipo de discriminação.

Desde Zumbi, um dos pioneiros da resistência contra a escravidão, passando por João Cândido, que liderou a revolta contra o uso da chibata como forma de castigo, na Marinha, o movimento negro ainda hoje enfrenta uma sociedade profundamente racista e desigual.

A FETRAFI-MG e seus sindicatos filiados apoiam, participam e lutam contra a discriminação racial e todo tipo de preconceito.

“É um momento para potencializar e propagar a luta em prol da igualdade racial e de enfrentamento ao racismo”, afirma Tereza Cristina Freitas, diretora do SINTRAF JF e  Secretária de Políticas Sociais da Fetrafi-MG.

Os negros representam 64% da população carcerária e apenas 12,8% dos estudantes de nível superior. Nos últimos dez anos, os assassinatos de mulheres brancas caíram 8%, enquanto entre as negras aumentaram 15,4%.

O Dia da Consciência Negra simboliza uma luta histórica. A Central Única dos Trabalhadores organiza, apoia e participa de diversas atividades, realizadas pelos sindicatos, para reflexão sobre o mês da Consciência Negra.

Em Belo Horizonte teve ato na Praça Sete, no Centro, com programação política e Marcha ao SESC Palladium, rumo ao Prêmio Zumbi.

Tereza Cristina Freitas, Secretária de Políticas Sociais da Fetrafi-MG.

Tereza Cristina Freitas – Secretária de Políticas Sociais da Fetrafi-MG.