Expectativa é reunir milhares de trabalhadores na próxima sexta-feira (10), em protesto contra a Lei 13.467, da “reforma” trabalhista, que entra em vigor no dia seguinte (11/11).

O Dia Nacional de Paralisação é um manifesto também contra as ameaças de mudanças na Previdência Social e a Portaria 1.129, do Ministério do Trabalho, que alterou o conceito de trabalho escravo e foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal.

Serão realizadas ações em todos os estados. Com manifestações em locais de trabalho, atos de protesto e passeatas.

Em Belo Horizonte, o ato terá início às 9h, na Praça da Estação.

Dirigentes de diversas centrais, sindicatos e federações participam do movimento.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma que categorias “que tiverem força política” vão buscar salvaguardas contra a lei que altera a legislação trabalhista, como ocorreu recentemente com metalúrgicos e químicos. Mas a central defende “a revogação da 13.467 e organiza um abaixo-assinado por um projeto de lei de iniciativa popular”.

O projeto da “reforma” trabalhista foi aprovado em julho, sob pressão intensa dos trabalhadores, incluindo uma greve geral em 28 de abril.