No dia 7 de setembro, próxima quinta-feira, acontecerá a 23ª edição do Grito dos Excluídos.

Com o lema “Vida em primeiro lugar, por direitos e democracia, a luta é todo dia!” o ato vai mostrar a realidade de um Brasil em crise, com desemprego, retirada de direitos e que, em breve, deve enfrentar a votação da reforma da Previdência, que ameaça a aposentadoria de milhões de brasileiros.

O ato, que acontece em todo o país, é organizado por comitês religiosos, movimentos populares, sindicatos e organizações civis.

Em Belo Horizonte, a concentração será às 9h30, na Praça da rodoviária. Depois segue pela rua Curitiba com Tupinambás, rua Curitiba com rua dos Tamoios, Minas Centro, avenida Amazonas com Santa Catarina, avenida Amazonas com Tupis e Praça Sete.

Neste ano, o Grito dos Excluídos tem como foco três eixos centrais: democracia, direito e luta. Segundo os organizadores, os temas refletem os objetivos da manifestação: denunciar a estrutura agressiva e excludente da sociedade e a perda de direitos dos trabalhadores.

História
A proposta do Grito surgiu no Brasil em 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano.
É um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, que tem como objetivo chamar a atenção para as condições sociais no Brasil. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular para os próprios excluídos e os movimentos e entidades que os defendem.

Mais informações: www.gritodosexcluidos.org